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SÉC. XIV

A Dinastia de Aviz, elege o vinho destas terras como um dos favoritos da Corte. Na famosa crónica de André de Resende sobre o casamento do príncipe, encontra-se um relato da preferência do rei D. João II por este vinho para a boda de casamento do seu filho - vinho de "pera manca e outros bons que houvesse no concelho".

Entre os séculos XIV a XVI o vinho destas terras torna-se popular junto dos negociantes bretões que apreciavam bastante os vinhos desta região.